Tem coisas demais dando voltas em minha mente para que eu possa me dar ao luxo de escolher somente uma para abordar.
Tédio e confusão são irmãos que brincam de mãos dadas.
Novas etapas começam, mas e se não quiser ainda dar adeus às antigas?
Qual o melhor futuro? Qual deles será mais suportável? Qual atributo realmente vale a pena?
Por que escrevo isso pensando que parece com poemas que eu leio e não entendo, mas os professores de literatura alegam entender?
Como saber se a cor que eu vejo no céu e exatamente a mesma que você vê?
O que exatamente é real e o que é importante de ser estudado?
Se o mundo de Newton é contestável, por que ele é perfeitamente adotável?
As perguntas guiam nossas vidas em prol de novas buscas, mas qual o real valor de uma resposta? O gosto da vitória terá mais sabor no último segundo?
A sombra é a ausência de luz, o frio é a ausência de calor, o mal é a ausência de bem, o não-ser é a ausência do ser (e não é), a tristeza é a ausência de felicidade. A dor é a ausência de prazer, o prazer é a ausência de dor ou não há relação entre estes dois conceitos? Talvez um não seja recessivo ao outro...
Ou talvez as respostas não possam ser achadas por um mero humano desorientado usando como bússola uma agulha guiada por um ímã parte integrante dela de criação própria. Assim é o pensamento sem direção...
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